agosto 15, 2009

O dia do martelo

Comi um galetinho vendo o jogo do Vasco. Não é aconselhável comer enquanto se assiste a uma partida de futebol, mas diante da fome e do horário, foi o que deu mesmo. Minha irmã tá na vibe casamento então o papo circulou basicamente por essa seara. Mais um capítulo da novela "Narinha é madrinha". Gostei da experiência de ser madrinha da Fabi. Acho que depois da noiva, só dá madrinha no casamento. É um tratamento vip legal. Mas não vou esconder: deu trabalho.

Mas valeu a pena. A festa foi ótima, bebi horrores e no final, trôpega em casa, fiquei absolutamente sóbria quando minha mãe tirou de uma vez, no estilo depilação, o invisible bra que estava literalmente colado no meu peito. Ui ... que emoção.

Vi o jogo cercada por uma galera pós-praia em um dia de inverno tipicamente carioca. Ou seja, todo mundo na praia. Não ando numa onda sol. Além do mais, preciso resolver a questão virilha, que ao que tudo indica irá para o laser. Fui ao dermatologista para ouvir pela milionésima vez que pelos encravados só melhoram com depilação definitiva. Se até Bob Carvalho aderiu, por que não eu?

Fui ao salão, fiz a unha e sobrancelha. Tem festa hoje à noite e fui dar um up no visual. Aproveitando o salão vazio, uma vez que tava todo mundo na praia. Antes do salão, fui comprar um antigo objeto de desejo: um martelo.

Eu tinha um martelo luxuoso aqui em casa, mas o bichinho sumiu pós tantas obras. Acho que levaram. Era um senhor martelo. Pois comprei um novo. Não vou sair martelando ninguém, mas tenho habilidades manuais incríveis. Entre elas, pendurar quadros. Comprei um novo bate-prego (o antigo também sumiu) e enfim coloquei o relógio de parede na cozinha e a gravura de Hooper no meu quarto.

Luxo e riqueza.

Um comentário:

Roberta disse...

Menina, também sou habilidosa. Acredita que consertei a descarga e troquei a duchinha higiênica do banheiro? Rá!

Mas não tenho martelo. :(