janeiro 10, 2003

Ana Paula já falou, Roberta também. Mas eis que chega da hora de eu dar a minha versão dos fatos para o ocorrido na Matriz, na última sexta-feira. Faltou consideração. Não digo por mim, que vou lá de vez em quando, mas achei sacanagem com a Robertinha, vulgarmente conhecida como "Musa da Matriz".

Mas vamos aos fatos:

chegamos lá por volta de 1h. Horário de sempre. A fila, no entanto, era enooooorme. Como nossos nomes estavam na "tal" lista do Janot, sentimo-nos seguros para furar a fila. Nada demais para que é cliente assíduo e faz parte da chamada elite do local. Pois bem. Para surpresa e espanto geral da nação brasileira, fomo barrados com direito a desdém e piadinhas do segurança e frieza do dono.

Eu, que sou gente ruim e impiedosa, teria ido embora ali mesmo. Lugar para eu me divertir há aos montes. Mas como o povo queria entrar, lá fui eu tomar uma cervejo no bar Risoto e voltar à fila para tentar uma entrada na Matrz. Situação humilhante. Não gosto. Não estou pedindo nada, nem desconto, nem cerveja mais gelada, nem um moreno forte e bonito para me beijar na boca. Se tem lista vip é para ser respeitada. Se rola fila, que role para todos, sem exceção, sem lista de Janot.

Queríamos entrar e pt saudações. Uma vez dentro, esqueceram de me dizer que eu tinha que levar toalhas e eucalipto. Aquilo era uma sauna, com direito a litros de suor. Passada aqueles 40 minutos de mau humor. Até que deu pra dançar e se divertir.

Dessa história toda pude concluir algumas coisas:
1. Janot não tem moral na Matriz;
2. Segurança metido a comediante merece surra de fio de telefone;
3. Temos que parar de encher a bola daquele lugar;
4. Bar Risoto é um lugar legal;
5. Guilherme deve segurar coca-cola com as duas mãos;
6. Estou velha para ir a lugares muito cheios.

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